
Era isso que eu procurei por tanto tempo. O livro Carfree Cities traz idéias muito interessantes de como seriam as cidades sem os carros e os problemas causados por eles. O autor J.H. Crawford acredita que as nações industrializadas cometeram um grande erro ao escolher o automóvel como forma de mobilidade urbana causando diversos problemas tanto ambientais, sociais quanto estéticos nas cidades.
O site Carfree trás ainda uma infinidade de informações e projetos fantásticos desde a topologia da cidade e meios de locomoção a grandes distantes até desenhos de como funcionariam os bairros e quadras de cada cidade.

Um dos designs chamado de Six-lobe city design possui estimativas de número de habitantes, quantidade de área verde preservada, número de bairros e até o tempo máximo previsto para a locomoção de uma pessoa de uma cidade para outra. Neste caso o tempo máximo seria de apenas 35 minutos contabilizando tempo de caminhada até uma estação de metrô/trem, tempo de espera, deslocamento, troca de plataforma e caminhada até o destino. Ainda que bastante utópico, a concepção e o estudo de cidades possÃveis são uma ótima reflexão para percebermos a situação de nossas cidades.

BrasÃlia, que é uma cidade planejada, foi criada inteiramente pensando no carro como principal meio de transporte e por isso temos diversos problemas com transporte público, falta de ciclovias, trânsito em massa entre outros. O livro Carfree Cities está à venda por US$16,15 na Amazon. Dica do amigo Xandolino.

Rodrigo Barba tem 27 anos é doutorando em comunicação, desenvolvedor web, curioso, publicitário, entusiasta, adorador de jogos de tabuleiro e interessado em ativismo, design, arquitetura, green design, comunicação e web.






janeiro 6th, 2009 at 4:08 pm (#)
Rodrigo,
Você conhece o movimento mundial “Na cidade sem meu carro”? Dê uma olhada no site http://www.ruaviva.org.br. Muito boa a idéia.
Abraços.
janeiro 12th, 2009 at 4:29 pm (#)
[...] comércio, o transporte público, tudo… Se quiser ver uma proposta interessante, acesse este link. Seria bom se deixássemos de ir comprar em grandes redes de supermercados e pudéssemos voltar a [...]