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Que a China precisará de mais energia para os próximos anos ninguém duvida, mas a coisa está ficando cada vez mais séria e eles estão apostando pesado em fontes energéticas renováveis.

Essa semana saiu a notícia de que a China ampliou as metas de instalação de poder energético para energia solar e eólica.

A previsão é de que até 2015 a China tenha uma capacidade instalada de energia eólica de até 100 gigawatts, sendo que até o final de 2010 essa capacidade era de 41.8 gigawatts.

A meta que era de um crescimento de 50% em cinco anos, passa a ser de 100% para o mesmo período. E o mesmo ocorre para a energia solar que deve chegar a uma produção de 15 gigawatts até o ano 2015. E olha que eles não produziam mais do que um gigawatts até o final de 2010.

Fonte: Reuters, Wikipedia, Climate Spectator, Clean Techies.

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Foto de Stuart Mcmahon.

O que vocês estão vendo é uma turbina eólica de quase 3 milhões de dólares e de quase 100 metros de altura que entrou em chamas devido a um forte furação que atingiu a região de North Ayrshire na Escócia nos dias 8 e 9 de Dezembro.

Na localidade estão instaladas 15 turbinas eólicas do mesmo tamanho e que geram energia para até 20.000 casas. Apenas uma das turbinas sofreu avarias, e pelo visto bastante sérias.

Tudo indica que a explosão da turbina aconteceu devido a uma alta velocidade da hélice, mas poucas informações foram dadas sobre o acontecido até então.


Foto de Stuart Mcmahon.


Foto de Stuart Mcmahon.

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Fonte: Gizmodo, Telegraph, Daily Picks and Flicks

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A empresa holandesa Windcentrale desenvolveu um projeto diferente para financiar a instalação de turbinas de energia eólica. Você e seus vizinhos podem financiar um projeto de energia eólica e sua casa recebe uma parte dessa energia.

É isso mesmo, o crowdfunding, nome dado para projetos financiados por um coletivo de pessoas engajadas chegou até a energia renovável.

O projeto tem uma potência esperada de até 500 quilowatts-hora (kWh) por ano e são necessárias 3.000 residências interessadas para a instalação do projeto. E já até um projeto para ser instalado na ilha de Goeree-Overflakkee na Holanda em 2013.

E aí quer compartilhar uma turbina eólica?

 

 

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A maior fábrica de energia solar do mundo inaugurada no início do mês demonstra que os investimentos em energias renováveis estão a todo vapor.

São quase 90 acres de área dedicadas a coleta de energia solar capazes de produzir até 80 megawatts de eletricidade. E a fábrica não fica em uma área deserta ou remota do mundo, e sim numa região rural próxima a cidade de Ontário no Canadá.

Terminada no fim do último mês pela Sarnia, a fábrica utiliza painéis solares finos da First Solar que necessitam de menos carbono na sua fabricação.

Com capacidade de produção anual prevista para 120,000 MWh por ano será possível segundo a empresa satisfazer as necessidades energéticas de cerca de 12.800 casas.

Instalações dessa magnitude nos fazem pensar no impacto da construção dessas fábricas, uma vez que grandes áreas verdes estão sendo substituídas.

O mais interessante é que a empresa dona do projeto é a Enbridge Inc. uma companhia de energia que tem como principal produto o petróleo. A companhia esteve recentemente envolvida em um grande vazamento em Michigan nos Estados Unidos. Será que estamos vendo uma migração dos investimentos para opções mais seguras e renováveis.

Fonte: Business Week, Clean Break, First Solar, EcoGeek.

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Foto de parque eólico perto de Turpan, China por Tianyake no Flickr

Segundo matéria da Reuters, a China acaba de aprovar uma nova lei que obriga a compra de toda a energia renovável produzida no país.

A nova proposta aprovada pelo congresso no último sábado altera a lei já existente de 2006, e permite também ao governo determinar qual a proporção de energia renovável deve ser atingida em relação a produção total do país por um determinado período.

Fica a questão: qual será o preço pago por essa energia? A iniciativa só irá dar certo se os preços forem convidativos para a indústria. Até agora estes valores não foram divulgados, e esta será a chave para o sucesso ou fracasso da lei aprovada.

As metas são de que até 2020, cerca de 15% de toda energia produzida no país seja proveniente de fontes renováveis. Hoje, esse valor não passa dos 9%.

Fonte: Cnet

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