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Pac-man: o filme

Agosto 18, 2008

 

Fantástico esse curta metragem sobre o clássico do vídeo game.

Mario Cogumelo - Musshroom - almofada

Eu quero, eu quero, eu quero. Cogumelos do Mario em meio a uma das maiores lojas de video games de Tóquio, a Super Potato. Vídeo e fotos da loja.

War in Rio (Jogo de tabuleiro)

Novembro 29, 2007

War in Rio

War in Rio

Desenvolvido pelo designer carioca Fabio Lopez o War in Rio, uma adaptação de um clássico jogo de tabuleiro chamado War (nos EUA chamado Risk) que fez e faz muito sucesso ainda no Brasil.

O palco das batalhas agora é o Rio de Janeiro e você não é apenas uma cor, ela nesta versão representa um tipo de exército como: BOPE (exércitos pretos), C.V. (Comando Vermelho - vermelhos), PM (Polícia Milita - azuis), A.D.A (Amigos dos Amigos - amarelos), Milícia (brancos) ou T.C. (Terceiro Comando - verdes) entrando em batalha.

War in Rio

War in Rio

O mapa foi cuidadosamente estudado e formado a partir de imagens de satélites da cidade do Rio de Janeiro o que deu ainda maior realismo aos territórios.

Confira no site do War in Rio mais informações do projeto como regras e o processo de fabricação feito pelo Fabio Lopez. Como diz o autor o “War in Rio é um jogo manifesto e uma piada de mau gosto”.

Agora só jogando para saber se está equilibrado o jogo =)

Obs: Para quem não estava sabendo a Grow recentemente lançou uma versão do especial do War chamada War império Romano que eu já mostrei por aqui.

War in Rio

War in Rio

War in Rio

Dica do Carlos Couto no excelente grupo de discussão brasileiro sobre jogos de tabuleiro - BoardGamers-BR.

Design Brinquedos

A PUC do Rio de Janeiro está através do departamento de Artes e Design está com inscrições para o curso de Design de brinquedos até o dia 20/09. O curso tem como público alvo profissionais e estudantes de Design, Comunicação, Engenharia ou áreas afins, professores e demais interessados na projeto de brinquedos e jogos. Dica do Carlos Couto na maior lista de discussão sobre jogos de tabuleiro do Brasil a BoardGamers-BR.
Segue o programa do curso:

Apresentação do curso
– O brinquedo e a infância: uma construção cultural e histórica;
– Origem histórica dos brinquedos e suas transformações até os tempos atuais (projeção em Power Point).
Dinâmica de aula: Apresentação e relação individual dos alunos com o universo dos brinquedos e das brincadeiras na infância;
– Desenho dos brinquedos presentes na memória de infância de cada aluno.
Pesquisa de dados a ser apresentada na próxima aula:
– Realização de estudo preliminar sobre brinquedos, utilizando fontes disponíveis (livros, sites de fábricas e lojas, catálogos, brindes promocionais, anúncios).
Bibliografia:
Atzingen, M. Cristina von. História do brinquedo: Para as crianças conhecerem e os adultos se lembrarem. São Paulo: Alegro, 2001.
Del Priore, Mary (org.). Apresentação. In: História das crianças no Brasil. 2a. ed. São Paulo: Contexto, 2000.
– Ensaios sobre literatura e história cultural. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1985, v.1.
– O comércio de brinquedos no Brasil. In: História das crianças no Brasil. 2a. ed. São Paulo: Contexto, 2000.
Guedes, Ângela. Coleções de brinquedos no museu. In: Bittencourt, José N.; Fassa, Sara; Tostes, Vera (eds.). História representada: o dilema dos museus. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2003, 320 p.
Revista História. Velha infância: a trajetória das crianças no Brasil. Ano 1, n. 4, outubro 2005.
Benjamin, Walter. Magia e técnica, arte e política. Obras escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1985.

-Pensando na criança
Dinâmica de aula: Definir o objetivo do projeto de brinquedo tendo como base a realização de um levantamento de dados, incluindo pesquisa de similares, verificação das facilidades e dificuldades e as possíveis soluções do projeto. Realizar um esboço das primeiras idéias do brinquedo, definindo a faixa etária.
Pesquisa de dados a ser apresentada na próxima aula:
– Utilizando diversas fontes (revistas, livros, catálogos promocionais, internet, etc.), identificar as oportunidades de criação do projeto de brinquedo;
– Trazer material de sucata para as primeiras experimentações, visando a execução do protótipo;
–Realizar entrevistas com pessoas relevantes ao tema do projeto. (Serão fornecidos alguns contatos com fabricantes e lojistas, caso sejam necessários). A entrevista é opcional.
Bibliografia:
Brougère, Gilles. Jogo e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
Guia dos brinquedos e do brincar. Abrinq: Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos.
Kichimoto, Tisuko Morchida (org.) Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 2002.
– Jogos infantis: o jogo, a criança e a educação. Petrópolis, RJ: Vozes, 1993.
Porto, Cristina L. Brinquedo e brincadeiras na brinquedoteca. In: Kramer, Sonia; Leite, A. E. (org.) Infância e produção cultural. Campinas: Papirus, 1998.

– Panorama do brinquedo popular no Brasil;
– Origens da indústria de brinquedos;
– A produção/criação do brinquedo popular e artesanal;
– Principais pesquisas realizadas sobre brinquedo por instituições como SESC e CNFCP;
– Os primórdios da indústria de brinquedos no Brasil: Manufatura de Brinquedos Estrela – o pioneirismo da maior indústria de brinquedos da América Latina;
– Organizações e associações que reúnem fabricantes de brinquedos e sua especialidades (ABrinq, ABrinE, TMA).
Dinâmica de aula: Apresentação individual do material pesquisado por cada aluno;
– Discussões sobre as hipóteses de identificação do objetivo do brinquedo;
– Apresentação das primeiras soluções e experimentações dentro do campo de ação de cada aluno.
Bibliografia:
Adler, Alma H. Vozes da Estrella. São Paulo, Editora Tempo e Memória, 2000.
Cascudo, Luis da C. Civilização e cultura. Rio de Janeiro: José Olympio, 1988, v.2.
Mefano, Ligia. Dissertação de Mestrado. O design de brinquedos no Brasil: uma arqueologia do projeto e suas origens (orientador: Rafael Cardoso). Rio de Janeiro: PUC-Rio, Departamento de Artes e Design.
Oliveira, Paulo S. Brinquedo e indústria cultural. Petrópolis: Vozes, 1986.
– O que é brinquedo. 2a ed. São Paulo: Brasiliense, 1988.

- Produção industrial de brinquedos: diferentes processos de industrialização
– Características da produção industrial de brinquedos;
– Materiais mais adequados e mais utilizados em sua fabricação;
– Tecnologias e meios de produção do brinquedo industrializado;
– Adequação das peças e materiais às faixas etárias.
Dinâmica de aula: Apresentação de slides;
– Observação de peças e brinquedos industrializados, identificando alguns materiais e processos de fabricação mais comuns na indústria de brinquedos;
– Trabalho em sala: análise de brinquedos industrializados disponíveis no mercado, em relação aos assuntos abordados na aula;
– Estudo preliminar de materiais e técnicas de fabricação mais adequados para o projeto de cada aluno (dando continuidade e suporte ao trabalho proposto nas aulas anteriores).

– A atividade de projetar brinquedos: o designer de brinquedos;
– A segurança do brinquedo. Estudo das Normas Técnicas para a certificação de brinquedos;
– As grandes feiras de brinquedo do mundo;
– Os brinquedos de parques públicos.
Dinâmica de aula: Trazer para a próxima aula 50 quadradinhos, medindo 1×1 cm, em diferentes cores chapadas, recortados de revistas de boa qualidade gráfica.
Definição final do projeto de brinquedo observando os seguintes aspectos:
– Desenvolvimento do partido adotado a partir das pesquisas realizadas nas etapas anteriores, observando os seus melhores resultados inclusive durante a experimentação. Exemplos de alguns aspectos que deverão ser abordados nessa etapa:
– Matéria prima utilizada e suas possibilidades de produção;
– Escolha da faixa etária adotada, esclarecendo as possibilidades de desenvolvimento motor, social e intelectual da criança ao brincar;
– Lay-out da embalagem, nome fantasia;
– Planilha de preços e estudo das possibilidades de comercialização.
Fontes de pesquisa: – Revistas Espaço Brinquedo: Ano 1/2/3;
– Catálogos comerciais de brinquedos lançados nos anos de 2004/5/6;
– Programa do Curso de Design de Brinquedos do Toy Department do Fashion Institute of Technology, New York.

- As cores e os brinquedos: o espaço cromático e seus conceitos principais
– Escalas de cor;
– O espaço cromático: dimensões e cores primárias;
– Os dois sistemas de cor: cor-luz e cor-pigmento.
Dinâmica de aula: Exercício prático visual da construção de escalas de cor;
– Exibição de modelo geométrico do espaço cromático;
– Apresentação teórica dos dois sistemas de cor.
Pesquisa de dados a ser apresentada na próxima aula:
– Utilizando diversas fontes (livros, sites etc.), identificar brinquedos em que as cores têm um caráter, não decorativo, mas um caráter informativo.

- As cores e o Design da Informação em “brinquedos informativos”
– Cor como informação: alguns exemplos em jogos educativos;
– Que é o Design da Informação: sua importância na educação;
– Cores, formas e tipografia em brinquedos informativos.
Dinâmica de aula: Apresentação de projetos cromáticos de jogos educativos;
– Trabalho em sala: “O que as cores estão informando, no jogo?”;
– Exposição teórica sobre Design da Informação.
Pesquisa em casa: Procurar exemplo de jogo envolvendo design da informação.
Bibliografia:
Itten, Johannes. The elements of color. Van Nostrand Reinhold, London, 1970.
Pedrosa, Israel. Da cor à cor inexistente.
Wilmer, Celso. Introdução a uma teoria formal da cor (notas).

- Game Design: o design de jogos eletrônicos

- Detalhamento final e construção do protótipo:
– Pasta de processo. Reunião de registros do projeto: desenhos, imagens, experimentações, ensaios, fotos, depoimentos etc.
– Apresentação final dos resultados de pesquisas sobre o brinquedo criado;
– Experimentação do protótipo final.
- Finalização do curso e definição dos desdobramentos de cada projeto de brinquedo:
– Produção e comercialização;
– Montagem da exposição dos protótipos confeccionados pelos participantes do curso e de outros projetos de designers de brinquedos. Procedimentos necessários: definir uma sala que será destinada à montagem da exposição junto à PUC; Definir o mobiliário de suporte para os protótipos da exposição.

Mais informações no site da PUC-RIO.

World of Warcraft Credit Card

A Visa se juntou a Blizzard para fornecer os primeiros cartões de crédito do World of Warcraft. A cada dólar gasto com o cartão (no mundo real), é reduzido da assinatura mensal de US$14.99 do WoW o valor de US$0,01 centavos. É a Visa tentando abocanhar a parcela de jovens (as vezes nem tão jovens assim hehe).

fonte: Core77